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Eu-eu

Recebi uma intimação de meme. Lembra aqueles cadernos de perguntas que as meninas tinham na escola, nos quais você respondia uma série de questões sobre você. Não faço a mínima idéia do que signifique “meme” e estou com preguiça de procurar no oráculo. Mas como tudo sempre gira em torno do umbigo de quem responde, gosto de pensar que é me-me, ou seja, o título deste post.

Antes de responder, quero ressaltar a alta consideração que eu tenho pela Karlinha, pela Aline, pelo Alexandre e pela Megui. Eu nunca respondi essas baboseiras e estou abrindo uma puta exceção. Mas para deixar registrado meu mau-humor não vou colar porra de selinho nenhum.

Então, vamos às seis coisas sobre mim:

1 – Sempre odiei brincadeira de meninas, desde as indefectíveis coleções de papel de carta até os já citados cadernos de perguntas. As brincadeiras dos meninos sempre foram bem mais legais, taco e peca são disparado as melhores. Mas para conseguir brincar com eles eu tive que ralar muito – leia-se ser mais forte, correr mais rápido, falar mais palavrões etc etc etc. Bati em vários menino e fiz outros tantos chorarem. Isso explica o meu jeitinho meigo e a minha finesse, não?

2 – Acreditei até a vida adulta que eu era filha do meu pai com outra mulher, adotada pela minha mãe, que não ia com a minha cara por não engolir essa traição. Isso por conta de uma trama de fazer a Janete Clair chorar, engedrada pela criança adorável que foi a minha irmã do meio. Hmmm, acho que isso merece um post inteiro.

3 – Quando eu tinha 15 anos meus pais foram morar em São Francisco do Sul e me deixaram em Joinville. Aprendi cedo o que acontece entre colocar uma blusa no cesto de roupa suja e ela aparecer limpa, passada e dobrada no guarda-roupa. Grunf.

4 – Acho que isso meio que estimulou uma certa precocidade: aos 25 eu já era mãe de dois, aos 28, divorciada.

5 – Até os 16 anos eu tive o cabelo liso. Aí fiz um permanente. E nunca mais meu cabelo perdeu os cachos – que eu adoro.

6 – Já fui atropelada cinco vezes. Em todas eu estava de bicicleta. Alguém quer sair para pedalar?

Tá, eu deveria passar a bola para seis blogueiros. Como a blogosfera não tem tanta gente, passo só para a Samanta. Vai lá, Sam, sabe que eu te considero pra caralho…

Só para constar

No ano passado a Megui estava por aqui em dezembro. Além disso, meu Natal foi com as crianças. Esse ano, nem um, nem outro.
Ainda não comecei a chorar, mas essa saudade me dói.
Podia ser um ano um, um ano outro, assim eu não ficava tão triste, né?

Mais cenas da passagem por Sampa

Antes de tudo, resposta ao Dauro: fico na terra da garoa até dia 20. Toda e qualquer cerveja é desejável.

Então, sexta à noite, Devassa. Jardins? Sim, publicitários, lembram? Mas ó: tem uma ruiva espetacular lá, é como eles chamam a Pale Ale. E teve bom papo também, embora eu não tenha falado com metade da mesa. Sobre os previamente anunciados pela minha amiga loura, amei conversar com o Neto, chefe da Gica na Bullet. Adorei também uma pequena chamada Baunilha. O tal duplo da Gica, o Oct, é interessante porém indefinível. Foi uma noite bem acolhedora. Principalmente pelo garçom do balcão, mais um dos meus já nordestinos-amigos-do-coração-em-são-paulo, que fazia o colarinho do tamanho que eu queria, ao contrário do cara que servia a mesa, esse com sotaque paulista mesmo.

Dia de publicitária paulista

Aí a Gica foi me pegar de manhã. “Vamos tomar um café em algum lugar?”. Sim, pensei eu, imaginando o balcão duma padaria, com média com leite e pão com ovo. Meu. Meeeeeeeeeeu. Uma cafeteria na Faria Lima, a Octavio Café, onde o atendente vem se apresentar e dizer bom-dia. Mocaccino e pão com geléia. E vamos para o centrão com as coordenadas da Carmen, a GPS da Gica.
Aí sim, gente pra todo lado, camelô e gritaria. Preços populares e frutas exóticas no Mercadão. Liga para um apê para alugar que eu descobri e correria para a Vila Olímpia. Acabou o momento popular do dia.
Sobe o apê, é isso mesmo. Agora acho que sou corretora de imóveis em Sampa. Tudo depende das cenas dos próximos capítulos. A ficar de olho em Verde Velma.
Dia seguiu com almoço no Ritz, loja da Melissa (vocês não têm noção, juuuuuuuuuro!) e a troca de uma sessão de cinema por mais um café, dessa vez na Nespresso. Sim, eu devo ser a única pessoa em toda a face do Planeta Terra a não sacar que com esse nome era uma loja da Nestlé. E o meu boicote? Miou.
Depois de um dia desses, Gicuxa supercansada me deixou em casa para também dormir. Mas porra. Sábado à noite, sem filhos, em Sampa e eu em casa? Síndrome de fracassada bateu, óbvio. Resolvi chegar num boteco aqui do ladinho, um tal Boleiros – sim, inspirado no filme. Dava pra ir andando, o que era essencial. Além disso, é onde trabalha um dos meus amigos indicadores de caminho. Entrei, ouvi uma banda tocando “fácil” e facilmente saí.
São Paulo é um sucesso.

Momento Mulherzinha pra Caralho:

Sucesso mesmo é a minha nova Melissa, totalmente em sintonia com o Campeche. É esse modelo irresistível, só que em cinza claro, única cor disponível para meus pezinhos 36:

Mais um pouco das férias

Vamos dar um tempo ao tempo e esquecer os vários pepininhos que eu resolvi em Floripa desde o último post.

Os Pintassilgos foram mesmo para Vitória. Morro de saudades já. Que coisa, e ainda antes de ir eu ganhei um presente. Pode? E não foi lembrancinha não, mudou completamente o astral da minha casa. Quer saber? Foi esse:

Morreu de inveja aí? Não se culpe, eu também morreria em seu lugar (hohoho)

No mesmo dia da partida deles, minha viagem para São Paulo. Trouxe a sogra comigo. Não, ela foi fazer os programas dela, eu os meus. Ela vai voltar comigo. A vinda foi ótima, mas por via das dúvidas acho que vou comprar um sonífero na volta. Pra ela, claro.

História de uma perdida

Aí já em Sampa eu tinha que ir da Paulista até um endereço na Vila Olímpia. Google Maps, óbvio. E, puxa, eu estava tão orgulhosa de mim mesma! Estava indo direitinho. Entrei no túnel Ayrton Senna é ele é lindo. Bem, na entrada ele tem um carro estilizado que me pareceu mais o carro dele depois do acidente. Meio mórbido.
Aí saí e entrei em outro túnel. Desespero, ninguém me falou dele. Aí saí e dei de cara com a rua que eu deveria pegar. Felicidade e orgulho novamente.
Aí passei pelo único cruzamento de toda Faria Lima em que não está escrito “Faria Lima”. E entrei em um terceiro túnel. Rá. Agora sim, desespero. E não bastasse ter entrado, o puto ainda tinha uma bifurcação. Direita, Cidade Universitária. Esquerda, Morumbi. Juro que passou pela minha cabeça a opção “mureta”. Fui pro Morumbi.
Liguei pro ex, claro. Ex é pra incomodar, certo? Incomodei. Mas olha, orgulho de novo: nem chorei. Ele disse pra voltar por onde eu tinha ido. Não sei bem se foi isso que eu fiz. Não lembro. Sei que fui seguindo placas.
Completamente sem saber onde estava, parei num posto e liguei de novo, só que agora para a sogra, que estava com a rota aberta no computador. “Peraí que eu vou ver. Putz! Desliguei o micro com o joelho.”
Ainda sem chorar, desci e falei com o cara do posto. Me veio com forte sotaque nordestinho: “Tá perdida, é? Pois não tá mais. Me diga onde quer ir. Rua tal? Mas é muito fácil. Vira à direita, atravessa duas ruas e vira à esquerda. Aí pergunta de novo pra alguém que vai estar perto”.
Segui a receita, parei num barzinho e perguntei pro porteiro. Sotaque nordestino de novo, espichou para fora da porta, apontou e disse: “Tá vendo aquela ali? Pois é ela.”
Lindos. Amados. Maravilhosos. Que google maps que nada. Pra não se perder em São Paulo, o canal é perguntar para os nordestinos. Sabem tudo esse pessoal!!!
Devidamente achada e ainda sem chorar, cheguei ao prédio. Adivinha? Me perdi dentro dele e toquei no apartamento errado. Infelizmente não tinha ninguém e não fiz novos amiguinhos.
Minha irmã, quando soube disso tudo, riu da minha cara. Mas a loira se deu mal. No dia seguinte zanzando com ela no volante, a sabe-tudo se perdeu duas vezes.

Ai, tem mais coisas pra contar. Mas bateu uma preguiça. Vou falar da sexta à noite e do sábado de dia outra hora, oks? Agora vou fazer um super-programa-de-sábado-à-noite-de-fracassada: acabar com as cervejas do meu cunhado e ver um filme. Yeah!

O Pintassilgo vai levantar vôo

Pois é, se você recebe a newsletter já sabe: Érica, Rico e crianças estão de mudança para Vitória. Os grandes estão felizes com a mudança, os pequenos ainda não sabem. Eu acho bem legal, mas já estou morrendo de saudades. E de inveja: lá não tem inverno. Brrrrrr.

Enquanto isso, nada de pedidos. Mas dá para fuçar nas almofadas, camisetas e quadros e ver como tudo continua lindo.

Cervejinha, comidinhas e conversinhas

De passagem pela Cidade dos Sapos, não podia deixar de bebericar com amigos isolados aqui. Assim, fui com a Cris, a Amanda, a Pati e o Upiara num boteco que, até onde eu entendi, é sustentado pelo pessoal do A Notícia. De quebra, meus amiguinhos levaram algumas pessoas realmente engraçadas e legais do jornal. Aí as conversas foram desde ataques de água-viva até, bem, até a escatologia total (a Patrícia não mentiu sobre o ex-colega de quarto dela, o de sobrenome estranho). Felizmente o bar não é muito freqüentado, acho que não chegamos a chocar ninguém.

Sobre o boteco: eu quero SEMPRE ser atendida pelo velhinho de chapéu de feltro vermelho. Pena que ele tenha chegado para me dar a péssima notícia de que só tinha Antártica, Brahma e Skol. Mas ok, ele se redimiu mandando essa delícia de cortesia, batatas em conserva.


Como a fome bateu e eu estava na Alemanha, dividi com a Cris um delicioso Beef Tar Tar. Ou Hackepeter. É que desde que a Gica falou disso eu estava simplesmente fissurada por experimentar – mas não em Floripa, claro. O prato é carne moída crua, com muitos e muitos temperos, para comer com pão preto. Gente, é uma delícia!!! Até tirei uma foto para ilustrar antes que nós terminássemos de devorar, mas não ficou digna da qualidade do prato. Mesmo assim, ponho aqui.


Do meio para o final da noite, uma surpresa desagradável – mas só porque eu não sou habitué: tinha Heineken, mas foi reservada para o Rodrigo e para o Upiara.

A verdade é que eu achei o máximo! O velhinho é um querido, a comida é deliciosa – aliás, isso é o que tem de bom em Joinville, come-se muito bem por aqui – e os clientes assíduos são tratados como carinho e respeito que merecem.

Achei o endereço do lugar no hagah – embora ele não se chame mais Fritz e sim Grosse Haus Casarão, ele continua sendo conhecido como Fritz. Se você não gosta de lugar agitado, sofisticado e consegue conviver com jornalistas, eu recomendo.

Queridos amigos

Então foi assim: eu perdi completamente o contato com a minha grande amiga de infância e fui muito sacaneada pelas minhas duas grandes amigas de adolescência. Dos 14 anos me sobraram apenas o nariz grande, os cabelos desgrenhados cor de mel e os primeiros gays – esses sim imperdíveis, imprescindíveis, incríveis…

Daí tomei uma grande e inútil decisão. Não teria mais amigas. E sempre que os meninos (que nem são mais meninos) perguntavam se minhas amigas eram gostosas eu respondia sem titubear/;

- Eu não tenho amigas.

Quem mais fez beicinho com isso na vida foi a Megui. Não porque ela queria estar entre as gostosas (e ela está!), nem porque queria ser apresentada aos meninos (já conhecia todos, não no sentido bíblico), mas porque queria o direito de ser minha amiga. Ela era, claro. Eu só não admitia publicamente.

Depois veio um período da minha vida que eu mais do que nunca precisei de amigos e descobri estarrecida que ou eu ou a vida tínhamos afastado todos. Os que estavam na cidade não me pertenciam mais e os que me pertenciam estavam no nordeste, nos EUA ou em algum canto muito frio da Bélgica. E aí eu tive que tomar uma atitude: resgatar todos os meus queridos que tinham ficado em algum ponto do caminho porque eu deixei eles lá.

Agora, passado o período turbulento da adolescência e do ostracismo vejo que nenhum amigo, nem amiga, nem gay me sacaneou mais. Acho que crescemos todos. E melhor que isso: acho que meu dedo melhorou.

É incrível, mas a cada ano que passa faço mais e novos amigos e todos são tão super em algum momento e outros são tão super em todos os momentos. Tanto que no final das contas eu já não sei mais dizer quem não é meu amigo.

E tudo isso pra dizer que uma super-amiga que foi super em todos os momentos em que passei com ela ficou na maior roubada e um super-amigo se mostrou mais super do que nunca e salvou ela. E eu tô feliz pra caralho com isso. Mesmo.

Definitivamente estou ficando melosa…

Valeu, Dalton

E aí que ontem foi a despedida do Dalton. O Dalton foi secretário do curso de jornalismo da UFSC por 27 anos. Mas é mentira dizer que ele era secretário: ele, na verdade, era o dono. Era ele quem te colocava nas disciplinas ou tirava delas. Era ele, aliás, quem conseguia que as disciplinas fossem oferecidas. Ele que aplacava ânimos entre professores, alunos e servidores. Ele que conhecia todos os meandros legais e burocráticos para conseguir o impossível para os alunos – sempre os alunos em primeiro lugar. Enfim, o responsável por fazer 99% de quem entrou no curso sair de lá formado – acho que só o Pedro Valente não está na lista, a exceção que confirma regra.

E a despedida é porque ele saiu do curso. Não, ele não se aponsentou, ainda restam oito anos de universidade. E nem quer se aposentar. Se tem uma coisa que o Dalton gosta é de ficar no meio dos alunos. Principalmente porque todos – não, quase todos – saem eternamente agradecidos. Mas ele foi chamado para um cargo de confiança, o que representa muito na carreira dele. Não tinha como dizer não.

Com essa saída, eu tenho pena dos alunos que estão entrando. A vida acadêmica certamente será muito, muito, muito mais difícil. E os professores vão ter que aprender a se virar burocraticamente sem o Dalton. Porque ele é o anti-servidor: enquanto todos usam a burocracia para dificultar a vida do cidadão, o Dalton usava a favor de tudo e de todos. Uma raridade.

E, voltando, ontem foi a despedida. Pobre Dalton! Valeu a intenção dos alunos, agradecidos, querendo prestar uma homenagem e tal. Mas faltou um muito de organização. Marcar um churrasco para as 17h, oferecer cerveja quente – e ela continuou quente até eu ir embora – e não liberar sequer lingüiça e pão com alho até 22h não é propriamente o que eu considero ser um sucesso de evento. Sem contar as luzes muito acessas, sem aquele quê de encontro intimista que sempre teve nas festinhas de jornalismo. Praticamente uma festa de igreja, só que sem a chuleta e maionese.

- Eles não deixaram eu fazer, aí deu nisso – falava com sabedoria e meio ressabiado o homenageado.

Buenas, acabou que não tirei foto. Mas como o Dalton estava com a mesma jaqueta que ele usava nos idos de 98 – ou 99 -, encerro o post com essa foto de outra festa – na Praça Vermelha e com cerveja gelada – como mera ilustração. Bem, era uma festa à fantasia, oks? Eu não costumo sair por aí com ossos na cabeça. Só que, num rompante de criatividade, o Dalton e o Clóvis foram fantasiados deles mesmos. Tá, o Dalton ao menos tentou disfarçar e botou um óculos escuro. A figura central na foto é a Samanta, fantasiada de Robert Smith.

Agradável coincidência

Então foi assim: Suzanne Valandon lembra Anacris, Nelson Rodrigues lembra Jade. Não citei ela no post abaixo justamente porque o site dela sumiu! Ah, você não sabe quem é Jade?

Ela é uma colega de faculdade, daquelas que a gente faz e fica em algum guardado em algum lugar e mesmo que se passe 10 anos sem se ver, parece que faz apenas alguns dias.

O trabalho de conclusão de curso dela foi o site Tudo Sobre Nelson Rodrigues (que podia bem ser chamado de Tudo Sobre Minha Paixão). E o conteúdo que ela reuniu foi tamanho que virou tema de dissertação de mestrado. E o conhecimento foi tanto que na faculdade promoveram para tese de doutorado. E agora a guriazinha que nem 30 anos tem é doutora.

Acho que meio para desopilar depois da defesa, foi dar umas bandas com o maridão por Buenos Aires. Lá visitaram o Museu Nacional de Belas Artes e olha quem acharam? Sim, Suzanne Valadon, por Toulouse-Lautrec.

O Felipe mandou para mim por e-mail. Quem me conhece sabe o quanto um presente desses significa para mim. “Mas é só uma foto e eles nem puderam usar flash”, você pode pensar. Pois, para mim, tem valor incalculável.

Além de amar lembranças singelas que tocam de verdade o fundo do meu coração, eu amo coincidências. E a surpresa maior foi receber essa foto justamente no dia em que eu escrevi sobre Nelson Rodrigues. Tinha até uma citação pronta para a Jade no texto, que eu tirei por não encontrar o site. Porque da mesma maneira que eles lembraram de mim quando viram Suzanne, é impossível não pensar em Jade quando se fala de Nelson.

Obrigada, Jade. Obrigado, Felipe.

Hoje meu casamento acaba

Pois é, parece que é mentira, mas tem relacionamentos com prazo de validade. Essa moça aí do lado caiu de pára-quedas lá em casa e, como todos os exilados que pintam na Ilha da Fantasia, foi adotada por todos. E aí que em menos de cinco horas ela já vai estar na cidade nova, com a vida nova, se preparando para o emprego novo.

Sei que lá em casa ela aprendeu coisas importantíssimas. A top 1, claro, é que um dos olhos do côco seco é de mentira e que dá para tirar a água por ali furando com a ponta de uma faca ou com um saca-rolhas.

Também ensinou coisas importantes. A mais estarrecedora é a de que a Cecília só vai aprender a ler se… ela ler! É, me deu um baile nas tarefas…

Depois de noites regadas à sopa, vinho, heineken e enfumaçada por cigarro, só tenho uma coisa a dizer: nada de verbos conjugados no Palavras Cruzadas.

E até logo, que Sampa é logo ali. E esquece, que ali não tem essa história de ser chamada de “quirida” na panificadora. Rá!
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