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Um dia no campo

Editei esse vídeo quinta-feira retrasada quando cheguei em São Paulo. Problemas de conexão não deixaram em jogar no youtube naquele dia. Ontem, no lar-doce-lar, foi a primeira coisa que eu tentei fazer. Aí descobri que ele estava com 103Mb e que pelo envio normal o YT aceita até 100Mb. Descobri também que eu não sabia porque diachos ele estava tão pesado.

Quem me salvou? Quem? Serginho, o editor das multidões, que sempre dá uma ajuda quando algum perdido tenta se aventurar nesses esquemas de vídeo. Ok que ele não mexe no windows movie maker, programa xulé usado por essa que vos escreve, mas descobriu como fazer o que eu queria, e até porque diachos meu vídeo estava tão pesado, e me passou as dicas.

Sobre o vídeo: nesse aqui eu fiz três testes. Os dois primeiros na captura, com imagem em sépia – achei que tinha tudo a ver com o tema campestre – e em definição mais alta – que foi perdida no YouTube mas que na minha máquina ficou bem legal. O último na edição. Pela primeira vez fiz algo óbvio: tentar sincronizar imagem e áudio. Ficou bem legal em alguns pontos.

Sobre o dia: férias em Ibirama no sítio da tia Cecé. Tem campo, ovelha, cachorro, riacho, árvore… Aliás, me lembra um diálogo entre Cecília e Gica:
- Lá em Ibirama é assim. Eu subo morro, a vaca da minha tia sobe o morro. Eu desço o morro, a vaca da minha tia desce o morro. Onde eu vou, a vaca da minha tia vai atrás.
- Sua tia tem uma vaca, Cecília?
- Tem…
- Ah, bom.
A vaca, aliás, se chama Celeste e tem uma participação importantíssima no vídeo.

Ah, também vale dizer que foi aí, nesse dia, que o Deco aprendeu a pular corda. Coruja eu??? Nada…

É isso: enjoy it!

O barato da lomografia

Ouvi falar em lomografia há algum tempo quando a Dani voltou de viagem com uma lomo na bagagem e tirou uma lindona do Deco que eu não tenho para postar aqui.

Hoje eu vi esse programete da TVCOM do Rio Grande do Sul que falou sobre lomo. O programa é da Fernanda Zaffari, que tem o blog Estilo Próprio no clicRBS, e ela entrevistou o Fábio Codevilla, locutor da Itapema de Porto Alegre e louco por fotografia. O Codevilla também tem blog no clicRBS e um flickr bem maneiro.

Bem, gostei do vídeo e repasso:

Ah, sim, ia esquecendo. Tenho uma séria dúvida. As máquinas são da década de 80, certo? Então elas funcionam só com rolos de filme? Se alguém souber, por favor, responda.

Recortes toscos de uma tarde de outono

Hoje foi um dia feliz. Não trabalhei, consegui instalar internet em casa e deu praia.

E Anacris com tempo livre e tecnologia à disposição dá nisso: mais um vídeo caseiro protagonizado pelos Monstrinhos.

Captura tosca, cortes toscos, mas eles são fofos. Assim como é fofa essa versão da música dos Flintstones. Tudo sob medida para tias grávidas chorarem…

A primeira edição a gente nunca esquece

Esse final de semana eu finalmente me movimentei para aprender a usar o windows movie maker. Ok, o première é mais foda, mas requer licença. A outra opção era o muuve, que consegue ser muito tosco. Se bem que pra fazer esse aí embaixo o muuve dava conta…

De qualquer maneira, já fiquei feliz em chegar até o fim sem ter que telefonar estressada para ninguém. E no final das contas ficou bem maneiro, porque era impossível fazer uma coisa chata com aquelas imagens.

Estou devendo um clipe de crianças para a Verde Velma. Calma que ele chega. Preferi fazer o teste com outra cobaia. E não é que os Garotos da Praia serviram bem ao que eu queria?

Com vocês, o primeiro vídeo caseiro protagonizado pelos Monstrinhos:

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